Objetivo
5 |
Este Termo de Referência contempla a instalação de solução de telefonia IP corporativa, que utilizará a rede municipal de fibra óptica da Prefeitura Municipal de Florianópolis como meio de transporte de pacote de voz. Estão contemplados neste projeto a instalação de 200 pontos, nas unidades administrativas.
Apresentação
3 |
Será contratada a solução de telefonia para a Prefeitura Municipal de Florianópolis (PMF) utilizando o conceito de SoftSwitch e Tandem. Esta solução concentrará as conexões com a RTPC (Rede de Telefonia Pública Comutada) para todas as ligações locais, nacional, internacional e móvel, sendo que a estrutura de telefonia digital e analógica legada comporá um único sistema. A solução será instalada nas dependências do Ponto de Presença (POP) CENTRO, em Florianópolis e nas suas redundâncias no POP NORTE, POP SUL e POP CONTINENTE.
|
Os quatro pontos de presença estarão conectados em rede e funcionarão como um único sistema. Em cada um destes pontos haverá equipamento, sistema e gestão com redundância e plena autonomia.
|
Os quatro pontos de presença seguirão as especificações do anexo CS.
|
Cada uma das entidades (secretarias, escolas, postos de saúde, etc.) do governo municipal estarão conectadas ao sistema central através de padrão ethernet por meio de fibra óptica que compõe o backbone da rede da PMF e estarão dimensionadas da seguinte forma:
2 |
I. Entidades com até dez ramais telefônicos estarão ligadas diretamente ao switch da rede em Fibra Óptica da PMF através de telefones IP básicos, intermediários ou avançados conforme anexo T1, T2 e T3, respectivamente, e de acordo com a necessidade da entidade. Estes telefones IP farão registro no softswitch do PABX central conectado a cada entidade através da rede de fibra óptica da PMF.
|
II. Entidades com mais de100 ramais telefônicos estarão conectadas através de um gateway de voz conforme anexo C1.
|
III. Entidades com mais de 30 e menos de100 ramais telefônicos estarão conectadas atraves de um gateway de voz conforme anexo C2.
|
IV. Entidades com mais de10 e menos de 30 ramais telefônicos estarão conectadas através de um gateway de voz conforme anexo C3.
1 |
Excetuando as entidades do Tipo I as outras de tipos (II, III e IV) deverão obedecer a proporção de10% de telefones IP avançado e/ou intermediários, 20% de telefones IP básicos e 70% de telefones analógicos. Estes telefones IP estarão de acordo com os anexos T1,T2 e T3.
Notas
1 |
Nos sites remotos está sendo disponibilizado1(um) rack de12 U e um No-break de 3 KVA com gerenciamento remoto que será instalado internamente a entidade para prover energia por pelo menos 30 minutos para os elementos de rede da fibra e outros equipamentos locais.
|
Deverá ser fornecido serviço de organização dos cabos no rack em todos os pontos inclusive nos pontos onde há somente ramais IP (até10 ramais). Para os 4 POPs deverá ser fornecido No-break com 2h de autonomia com finalidade de manter a funcionalidade do sistema VoIP.
|
Não está previsto instalação ou readequação de cabeamento estruturado nos sites.
|
Os serviços a serem realizados consistem em: Análise técnica de cada instalação na entidade constante da Tabela X para determinação da melhor maneira de Instalação, configuração, gerenciamento e provimento de garantia de12 meses.
|
Em cada entidade será necessário instalação de switch com pelo menos 24 portas para conexão dos dispositivos IP ou maior (48 portas ) nos locais maiores conforme necessidade.
---> OBS: Verificar tabela - unidades administrativas
---> OBS: Verificar tabela - unidades saúde
---> OBS: Verificar tabela - unidades educação
Serviços
|
Os serviços a serem realizados consistem em:
|
- Levantamento e Análise técnica em Campo de cada um dos 200 Pontos Geo referenciados para determinação da condição de instalação;
|
- Serviço de "As Built" das Unidades Remotas;
|
- Serviço de confecção do projeto executivo Geral;
|
- Confecção de todos os cabos de interligação dos equipamentos fornecidos segundo recomendação do fabricante; Lançamento, fixação e identificação dos cabos, configuração dos equipamentos, colocação em funcionamento, testes de enlace, medição de “desempenho” do sistema;
|
- Serviços de gerenciamento – SLA 7x24 para até 200 Unidades Remotas (NOC, Service Desk e Suporte On Site) – 3 pessoas contratadas;
|
- Serviços de instalação e configuração das centrais;
|
- Serviço Instalação no break de grande porte de no site central;
|
- Treinamento operacional para 3 técnicos.
Garantia
|
A garantia ofertada pelo fabricante nos produtos apresentados deverá ter seu prazo de vigência contado da data de emissão da Nota Fiscal do produto na(s) seguinte(s) condição(ões):
|
a)12 meses para Garantia do Equipamento e Acessórios
|
Esta Garantia abrange defeito(s) de fabricação, quando constatado pelos Técnicos por ela autorizados, e limita−se à responsabilidade de fornecer ou reparar módulos e peças do produto em fábrica visando corrigir defeitos decorrentes de condições normais de uso do produto.
|
Todas as peças e partes substituídas retiradas deixam de ser propriedade da PMF.
|
O período de garantia dos equipamentos passará a contar a partir da conclusão dos serviços de implantação através da aceitação pela PMF, desde que, o início dos serviços de implantação, não ultrapasse 60 dias da entrega do equipamento. Após estes 60 dias, passará a contar o início do prazo de garantia independente do início ou conclusão da implantação. Desta forma, será de responsabilidade da PMF, proporcionar toda a infraestrutura necessária para início destas atividades de implantação, evitando perda de garantia ou reavaliação de valores de serviços.
Serviços não cobertos pela garantia
|
Danos causados por: quedas, agentes da natureza (raios, desabamentos, enchentes, etc.), incêndios, oscilações da rede, uso em desacordo com o manual do usuário, for ligado à rede elétrica imprópria ou não compatível, apresentar sinais de mau uso devido a introdução de objetos estranhos e/ou líquidos no interior do mesmo, ou ainda, tiver sido violado, remanejado, consertado ou ajustado por pessoas não autorizadas ou capacitadas pelo fabricante.
|
Danos causados por qualquer software não fornecido pelo fabricante que venha a ser instalado no equipamento.
|
A manutenção/substituição da REDE INTERNA, equipamentos e periféricos (telefones, impressoras, modems, computadores, head−sets, etc.) acoplados ao SISTEMA, não fornecidos pela contratada.
|
Reforma, pintura e limpeza exterior dos equipamentos.
ANEXO CS – Sistema Central de Voz
1. Características mínimas gerais:
3 |
1.1. No POP Centro, 20 Interfaces E1 R2D e/ou E1 ISDN (PRI) configuráveis inicialmente instaladas, e com capacidade de expansão para mais 3 interfaces, sem ampliação de Hardware inicialmente instalado e sim pela simples adição de placas;
|
1.2. No POP Norte, 5 Interfaces E1 R2D e/ou E1 ISDN (PRI ou BRI) configuráveis inicialmente instaladas, e com capacidade de expansão para mais 3 interfaces, sem ampliação de Hardware inicialmente instalado e sim pela simples adição de placas;
|
1.3. Caso haja necessidade de ampliação as 2 primeiras interfaces serão sem ônus para a PMF;
1 |
1.4. No POP Sul, 5 Interfaces E1 R2D e/ou E1 ISDN (PRI ou BRI) configuráveis inicialmente instaladas, e com capacidade de expansão para mais 3 interfaces, sem ampliação de Hardware inicialmente instalado e sim pela simples adição de placas;
|
1.5. Caso haja necessidade de ampliação as 3 primeiras interfaces serão sem ônus para a PMF;
|
1.6. No POP Continente, 5 Interfaces E1 R2D e/ou E1 ISDN (PRI ou BRI) configuráveis inicialmente instaladas, e com capacidade de expansão para mais 3 interfaces, sem ampliação de Hardware inicialmente instalado e sim pela simples adição de placas;
|
1.7. Caso haja necessidade de ampliação as 3 primeiras interfaces serão sem ônus para a PMF;
|
1.8. Número de canais IP suficiente para atender todo o fluxo desta rede municipal;
1 |
1.9. Ter alimentação elétrica em corrente alternada, com tensão de 220V ± 20%, 60Hz, em duas vias distintas, podendo funcionar integralmente com qualquer uma delas isoladamente, comutando automaticamente em caso de falha e sem interrupção da alimentação, em caso de alimentação de corrente contínua DC/-48V/-60V ± 20% deverá ser cotado um retificador para cada fonte solicitada, com tensão de entrada de 220V ± 20%, 60Hz;
|
1.10. Possibilitar uma rede integrada de Gateways e Multi-Instância de Processamento que comporte mais de 250 entidades de roteamento de chamadas em paralelo, com transparência de facilidades, distribuição de servidores de funcionalidades / gerenciamento com conectividade IP, que possibilite a redundância do gerenciamento e visão da rede em uma única entidade;
1 |
1.11. Possuir gatekeeper, softswitch IP e gateways incorporados na solução;
1 |
1.12. Atender as normas da ANATEL RESOLUÇÃO 365; RESOLUÇÃO 237; RESOLUÇÃO 238; RESOLUÇÃO 390. A central deve possuir certificado de homologação da Anatel – Categoria I;
|
1.13. Conexão com outras centrais da rede através de protocolo TCP/IP de modo que todos os nós da rede possam se conectar entre si sem a dependência de nenhum outro nó exceto aqueles envolvidos na conexão;
|
1.14. Deve fornecer a emulação da função de atendente (telefonista) via interface Web ou através de um softphone próprio para telefonista;
|
1.15. Sistema (software e hardware) de gerenciamento, tarifação e manutenção;
|
1.16. Fornecer Bilhetagem centralizada no POP Centro da central principal e remotas a ela interconectadas direta ou indiretamente e relatórios de gestão;
1 |
1.17. Permitir enlace pleno entre ramais e entroncamentos, não podendo haver, portanto limitações na comunicação entre eles (matriz de comutação não bloqueante). Não deve haver bloqueio entre armários que compõem o sistema;
|
1.18. Permitir a criação de rotas IP para interligação com centrais remotas com interface IP de padrão Ethernet;
1 |
1.19. Comutação inteligente de voz entre dispositivos IP (ramais IP e gateways) sem passar pela Central (peer-to-peer), comutando na CPU apenas a sinalização e residindo na LAN/WAN todo o tráfego de voz das partes envolvidas;
|
1.20. Possuir total controle nos canais IP (número de conversações simultâneas), de tal modo que, caso todos os canais estejam ocupados as ligações sejam redirecionadas pela RTPC ( Rede de Telefonia Publica Comutada);
|
1.21. Possuir total controle nos canais VoIP (número de conversações simultâneas), de tal modo que, caso todos os canais entre os comutadores estejam ocupados ou que a banda da rede de dados destinada para aplicação de voz já esteja totalmente utilizada, o sistema fará o envio de tom de inacessibilidade, assim não comprometendo a banda disponível e a qualidade de voz das ligações em curso;
1 |
1.22. Integração com correio de voz e fax para operação centralizada de atendimento às centrais remotas. Sistema de mensagens unificadas, permitindo que mensagens de voz sejam encaminhadas e acessadas no endereço de e-mail do usuário como um arquivo anexo, além de poder ser acessada pelo telefone; possibilitar adição futura de integrações avançadas com sistemas de e-mail e integração com servidor de fax sem necessidade de troca do sistema;
|
1.23. Interligação da rede pública com os ramais, segundo suas classes de serviço;
|
1.24. Interligação dos ramais com a rede pública, segundo suas classes de serviço;
|
1.25. O sistema deve possuir retorno de chamada, permitindo que usuários que tenham discado uma extensão ocupada sejam automaticamente notificados quando a extensão ficar disponível, salvo os usuários que estejam conectados a um gateway;
|
1.26. O sistema deve permitir transferência para números externos dependendo da categoria à qual o ramal pertença;
|
1.27. Os equipamentos de comutação devem permitir o bloqueio de ligações a cobrar dependendo da categoria à qual o ramal pertença. A implementação da facilidade deverá ser por programação dos equipamentos de comutação, podendo-se utilizar hardware adicional, devendo ser possível categorizar individualmente cada ramal para o recebimento ou não de chamadas a cobrar;
|
1.28. O sistema deverá fazer análise numérica, de horário de dia e dia de semana para determinar o roteamento de chamadas;
|
1.29. O sistema deve permitir inserção e remoção de dígitos;
|
1.30. O sistema deverá possuir sistema de roteamento alternativo de chamadas. Essa facilidade faz com que chamadas de longa distância possam utilizar ao máximo a rede privada de telefonia antes de serem passadas para a rede pública;
|
1.31. A solução deverá suportar e integrar-se com APIs TAPI (Telephony Application Programming Interface);
|
1.32. Redundância de todos os órgãos de controle como CPU e memórias nos POPs com conexão E1 provendo uma disponibilidade no sistema global mínima de 99.97%, com capacidade para aumentar essa disponibilidade até as opções 99.99% e 99.999%;
|
1.33. As configurações efetuadas nos Sistemas de Voz devem ser propagadas de forma automática para todas as localidades que possuam sistemas de sobrevivência;
|
1.34. Para garantir o balanceamento de tráfego e evitar a perda total de comunicação em caso de falha de um dos POPs, mesmo que redundante, serão fornecidos no mínimo 04 Sistemas de voz com conexão E1 com a rede pública e softswitch para registros de ramais IP, sendo um no POP Centro, um no POP Norte, um no POP Sul e um no POP Continente. Cada um dos POPs deverá ser duplicado ou redundante de forma a assegurar sua própria redundância;
|
Em caso de falha de E1 ou do POP, o tráfego voz deverá ser redirecionado ao POP mais próximo. O sistema de comunicação IP ofertado deve ser redundante no site central operando no modo ativo-ativo, onde em caso de falha do servidor principal um segundo equipamento deve manter todo o ambiente operante com total suporte as funcionalidades do ambiente principal e a queda do equipamento principal não deve acarretar em perda de chamadas telefônicas entre telefones IP do sistema e através das interfaces TDM da caixa que estiver ativa e não sofreu a queda;
|
1.35. O sistema deverá permitir a especificação de um limite de largura de banda para chamadas de VoIP entre qualquer região da rede IP e recusar chamadas que excedam esse limite. Este serviço poderá ser atendido através do sistema de Gerência;
|
As chamadas recusadas por limite de banda disponível serão ‘’reroteadas’’ para o próximo grupo de cobertura ou para o próximo grupo de troncos na tabela de rotas ou RTPC ( Rede de Telefonia Publica Comutada). O sistema deverá permitir o log das chamadas recusadas;
|
1.36. O sistema deverá permitir configuração de rotas dinâmicas para que haja a seleção da melhor rota de encaminhamento da chamada baseado na analise de controle de banda ou disponibilidade do E1. A rota alternativa poderá ser uma rota IP ou TDM e o roteamento para a mesma deverá ser disponibilizado conforme a classe de serviço do usuário permitindo a restrição do uso da rede PSTN nos momentos de falha;
|
1.37. Os equipamentos de comutação deverão permitir configurar solução que um usuário, através do seu código pessoal, possa fazer ligações externas a partir do seu ramal e de qualquer outro ramal do sistema. Isto permitirá que, independentemente de onde o usuário esteja este possa desfrutar dos privilégios que o seu ramal possui para realizar chamadas. Nesse caso, deve ser mantida a tarifação associada ao ramal do usuário correspondente ao código marcado, e não ao ramal físico de onde se fez a ligação;
|
1.38. O sistema deve prover a capacidade de criação de novas facilidades através da utilização de APIs, permitindo, por exemplo, integrações CTI;
1 |
1.39. O sistema deve ser único e de tal forma que na queda do processador primário o processador secundário ou terciário assuma o controle, devendo suportar toda a capacidade de roteamento e provisionamento de facilidades de interconexão da rede pública (RTPC), registro de ramais e gateways e tarifação;
1 |
1.40. Os Gateways e Aparelhos IP devem ter a capacidade de se registrar em qualquer um dos pontos de roteamento da rede de forma automática, de forma que mantenha a alta disponibilidade da rede;
|
1.41. As configurações efetuadas no Sistema Central de Voz no POP Centro devem ser propagadas de forma automática para todas suas redundâncias no POP Norte, POP Sul e POP Continente, além dos Gateways que possuam sistemas de sobrevivência;
2 |
1.42. O sistema deve suportar os principais protocolos de mercados: UDP, TCP, TLS, ISDN-PRI, ISDN-BRI, R2 MFC5, XML, G711, G729, HTTPS, SSH, SSL/TLS, H.323 ou H248 ou SIP;
|
1.43. Os equipamentos oferecidos deverão ter todos os circuitos necessários ao seu perfeito funcionamento na configuração indicada;
|
1.44. Deverá ser fornecido, equipamentos de comutação que utilizem arquiteturas distribuídas de implementação, de forma a garantir a uniformidade da solução em termos de funcionalidade e transparência das mesmas entre as localidades, além de prover o provisionamento centralizado e redundância de operação dos telefones;
|
1.45. Todos os equipamentos e aparelhos deverão ser novos e em suas versões mais atualizadas, tanto em Hardware quanto em Software. Não serão aceitos equipamentos e aparelhos reutilizados/revisados;
1 |
1.46. Todos os equipamentos de comutação, bem como gateways, telefones IP (T1 e T2) e softphone, utilizados na solução proposta, deverão ser do mesmo fabricante do sistema de comunicação IP. Deverá suportar softphone client para smartphones;
|
1.47. Deverá implementar a extensão de ramais IP fornecidos para aparelho celular;
|
1.48. Utilização de plano de numeração do tipo XYZWMCDU (oito dígitos) onde XYZ é o código associado às diversas rotas que interligam às centrais remotas e WMCDU a respectiva numeração de ramal, como também, plano de numeração do tipo XYZWMCDU (oito dígitos) onde XYZW é o código associado às diversas rotas que interligam às centrais remotas e MCDU a respectiva numeração de ramal;
|
1.49. Os Equipamentos devem ser modulares, permitindo a ampliação através da simples adição de software ou módulos, bastidores e cartões, não necessitando da troca de hardware inicial, permitindo manutenção, instalação e operação rápida, fácil e remota, observando-se que a eventual inserção de um cartão ou módulo em um "slot", que não lhe seja o correspondente, não deverá causar danos àqueles componentes ou aos equipamentos de comutação;
|
1.50. Deve ser possível fazer a manutenção de forma remota através de software cliente servidor, do mesmo fabricante dos comutadores, com segurança de acesso, este acesso deverá ocorrer através de rede TCP/IP e acesso discado modem que dever ser fornecido com a solução;
1 |
1.51. Não será aceita solução de comutação telefônica cujo elemento central seja baseado em plataforma ou servidor de mercado e/ou módulo de ramais analógicos que se utilizem de placas mãe de processamento PC de mercado. Não poderá operar sobre sistema operacional de kernel genérico (Linux ou Windows) a não ser que seja kernel no mínimo customizado pelo fabricante da solução para operar sobre a plataforma ofertada;
|
1.52. Os equipamentos de comutação deverão permitir que um usuário, através do seu código pessoal, possa fazer ligações externas a partir do seu ramal e de qualquer outro ramal do sistema. Isto permitirá que, independentemente de onde o usuário esteja o usuário possa desfrutar dos privilégios que o seu ramal possui para realizar chamadas. Nesse caso, deve ser mantida a tarifação associada ao ramal do usuário correspondente ao código marcado, e não ao ramal físico de onde se fez a ligação;
|
1.53. Deverão ser fornecidas interfaces Celulares para geração de chamadas celular-celular minimizando o custo das ligações utilizando os benefícios de planos corporativos das operadoras. A Interface Celular é uma ferramenta bastante importante para redução dos custos telefônicos. A utilização de aparelhos celulares é cada vez maior, assim como a necessidade de ligações de dentro da empresa para aparelhos móveis.
Softphones:
|
- Deverão ser cotados Softphones em português (Brazil) para ser instalado em computador que permita a comunicação através da rede TCP/IP local (LAN);
|
- O Servidor de Voz deve suportar a facilidade de IP Softphone, esse software deve disponibilizar para o usuário as mesmas facilidades disponíveis no telefone IP;
1 |
- Licença para instalação distribuída em toda a rede. Deve estar incluso o equipamento e software necessário para o pleno funcionamento dos softphones;
|
- O software IP Softphone deve possuir as seguintes funções: Teclas programáveis, Discagem rápida, Agenda, Diretório; Teclas de função; Configuração gráfica de salas de conferencia.
|
- Compatível com sistemas operacionais Microsoft Windows 2000/XP/Vista e LINUX ou WEB;
|
- Indicação da existência de mensagens no serviço de correio de voz;
|
- Disponibilidade de teclas de funções programáveis;
|
- Relação das últimas ligações recebidas, perdidas, realizadas, não atendidas.
SEGURANÇA
Características mínimas:
|
- O acesso ao sistema por motivo de gerenciamento deverá ser protegido por um registro (login) com senha. Os acessos deverão permitir a restrição das capacidades dos usuários baseado no seu registro;
|
- Por segurança, as sessões deverão ser automaticamente desconectadas depois de um período de inatividade;
|
- O sistema deverá permitir o registro (log) de todas as sessões e atividades de usuários, bem sucedidas ou não;
|
- Para proteção dos dados, o sistema deverá ter a habilidade para armazenar (backup) cópias das informações de configuração críticas incluindo informações de autenticação e bilhetagem em sistemas externos;
|
- O sistema deverá prover suas facilidades em ambientes com varias VLANs separadas para voz e dados de modo a isolar o tráfego e prover segurança adicional;
|
- O sistema proposto deverá possuir rotinas periódicas de detecção e correção de erros. O sistema deve ser capaz de procurar por erros de programação ou defeitos físicos, e corrigi-los quando possível;
|
- Acesso à interface de administração de sistema deve ser segura. O sistema deve garantir autenticação através de senhas, com níveis de privilégios devinidos por usuários, seja o acesso via rede LAN, seja via modem;
|
- O servidor central deverá possuir mecanismo de firewall para proteção contra ataques;
|
- O servidor central deverá possuir mecanismo de HIDS para proteção contra ataques;
|
- Deverá possuir mecanismo de debug de tráfego interno no servidor principal, que faça o rastreamento do trafego recebido e enviado por cada interface do servidor e armazene este trafego em formato “.cab” sendo possível a visualização deste log em qualquer analizador de trafego de mercado como wireshark;
|
- Os telefones IP e softphones IP deverão se registrar ao sistema, quando aplicável, através de identificação de usuário e senha;
1 |
- Todos os telefones IP e softphones IP fornecidos, deverão implementar criptografia do tipo AES com chaves de128 bits;
|
- O sistema deverá suportar criptografia AES com chave de128 bits para telefones SIP;
|
- Deverá implementar criptografia tanto para o trafego de voz quanto para trafego de sinalização e com as aplicações do sistema;
|
- O sistema deve possuir facilidade semelhante a cadeado eletrônico. Uma vez a facilidade ativada, o ramal não poderá fazer chamadas externas.
ANEXO C1 – Gateway de Voz – acima 100 ramais
|
1. Equipamento modular, permitindo a ampliação através da simples adição de módulos, bastidores e cartões, não necessitando da troca de hardware inicial;
|
2. Ter estrutura de Chassis modular para instalação em rack padrão19 polegadas, Deverá ser fornecido rack apropriado com mínimo12 U’s ou 44 U caso seja necessário Rack maior.
1 |
3. Possuir interfaces E1-R2 e/ou ISDN (PRI OU BRI) conforme Tabela1;
|
4. Possuir interfaces para ramais analógicos conforme Tabela1;
|
5. Possibilitar conexão de ramais IP conforme Tabela1;
|
6. Interface de rede local padrão Ethernet10/100 Mbps, ou superior, FULL, conector RJ-45;
|
7. Padronização;
|
8. Suportar protocolos de sinalização IP: SIP e H.323;
|
9. Deverá suportar os protocolos de Fax T.30 ou T.38, Real-Time Fax sobre IP;
1 |
10. Suportar padrões de áudio ITU G.711, G.723, G.729, G726 devendo o equipamento ofertado possuir capacidade de processamento da capacidade máxima de tráfego em qualquer um dos padrões citados, sem perda ou atraso na comunicação;
|
11. Suportar protocolos TCP/IP, RTP, FTP, TFTP, TELNET, DNS;
|
12. Os equipamentos devem permitir conexão com as diversas categorias de PABXs (PABX digital, híbrido e IP) de distintos fabricantes, sem perda de qualidade;
|
13. As Centrais devem possuir seleção de acesso à Rota de Menor Custo automaticamente em função de números discados sem a necessidade de digitar um código de rota especifico;
|
14. O equipamento deverá ser capaz de comunicar com outros gateways e com o Servidor de Comunicação Central utilizando padrão aberto SIP e H.323. Deste modo, o equipamento deverá ser capaz de se registrar no Sistema Central, estabelecer chamadas em SIP e H.323 utilizando o protocolo RTP para transmissão de voz;
|
15. Suportar os processamentos de voz VAD, G.165 ou G.168, CNG, TIA-464B DTMF, Dial, Busy, Ring Back, Call Progress;
|
16. Possibilitar comunicação criptografada e autenticada, incluindo a utilização de canal seguro SSL, que garanta a segurança da comunicação no tráfego do backbone da rede e nas pontas, sempre utilizando padrões abertos de mercado, como o AES e SHA;
|
17. Permitir gerenciamento através de console, Web e SSH;
|
19. Implementar redirecionamento de tráfego RTP, permitindo que o tráfego de voz-sobre-IP vá diretamente de um terminal ao outro sem passar pelo Servidor de Comunicação;
|
21. O sistema deve suportar buffers dinâmicos para controle de jitter;
|
21. O sistema deve suportar buffers dinâmicos para controle de jitter;
|
22. Ter alimentação elétrica em corrente alternada, com tensão de 220V ± 20%, 60Hz, em duas vias distintas, podendo funcionar integralmente com qualquer uma delas isoladamente, comutando automaticamente em caso de falha e sem interrupção da alimentação, em caso de alimentação de corrente contínua DC/-48V/-60V ± 20% deverá ser cotado um retificador para cada fonte solicitada, com tensão de entrada de 220V ± 20%, 60Hz;
1 |
23. Permitir a visualização das informações de status de pelo menos as seguintes opções: Informações Gerais, Estado das Linhas e Estado do Hardware, Estado do Registro SIP, Estado do Roteamento VoIP (se o gateway encontrou o proxy ou não);
|
24. Possibilitar a visualização do estado da porta ethernet full;
|
25. Possuir gerência SNMP v. 2. As MIBs proprietárias deverão ser fornecidas gratuitamente;
|
26. O sistema dever ser ofertadas com salas de conferência, que permitam em sua totalidade, realizar no mínimo10 salas de conferência com no mínimo 8 usuários;
|
27. O sistema deverá prover uma disponibilidade 99.9%;
|
28. Deve possuir função de anúncio e música em espera e capacidade de armazenamento de arquivos de áudio;
|
29. Capacidade de gerar e enviar por syslog CDRs (Call Detail Records) de cada chamada recebida ou originada (mesmo em sobrevivência). No mínimo, os seguintes campos deverão estar presentes: Número de Origem, Número de Destino, IP Remoto (SIP), IP Remoto (Mídia), Duração, Horário de Início (INVITE), Horário de Atendimento (200 OK ref. INVITE), Horário de Encerramento (BYE), Causa Q.850 de Desconexão, SIP Call ID, Quantidade de Pacotes Transmitidos, Quantidade de Pacotes Recebidos, Quantidade de Pacotes Transmitidos Perdidos, Quantidade de Pacotes Perdidos antes de serem recebidos, Número de Origem após manipulação (se houver), Número de Destino após manipulação (se houver), Lado que encerrou a chamada, porta física (ou timeslot), jitter médio de cada chamada e atraso médio de cada chamada;
|
30. Certificado pela ANATEL;
|
31. Facilidades:
|
- Desvio de um feixe externo sobre um grupo ou um usuário individual;
|
- Chamada à telefonista;
|
- Atendimento diurno ou noturno por grupos de ramais, recepcionista digital, mesa de telefonista ou ramal atendedor;
|
- Discriminação de chamada externa (Classes de restrição)
|
- Chamadas locais;
|
- Conferência;
|
- Feixes de linhas externas;
|
- Indicação de chamada em espera em terminais especiais;
|
- Captura individual de chamada;
|
- Captura de chamada em grupo;
|
- Captura de chamada seletiva;
|
- Captura de chamada de outro grupo;
|
- Estacionamento de chamada;
|
- Acesso Direto a Feixe de Troncos;
|
- Acesso Direto ao Tronco por centro de custo;
|
- Bloqueio DDC;
|
- Intercalação;
|
- Rediscagem do último número chamado;
|
- Último número armazenado;
|
- Desvio se não atende e desvio se ocupado
|
- Discagem em DTMF;
|
- Cadeado eletrônico;
|
- Função Chefe-secretária – ramal associado;
|
- Cadeado eletrônico marcado no ramal
|
- Categorias de serviços de ramal distintas para diurno e noturno;
|
- Liberação de classe do ramal por código e senha;
|
- Numeração flexível;
|
- Siga-me externo;
|
- Senha de usuário;
|
- Rota de menor custo;
|
- Discagem abreviada: Esta facilidade permite que todos os usuários disquem os números mais utilizados por meio e de um código abreviado;
|
- Serviço noturno: Esta facilidade permite que chamadas direcionadas à telefonista sejam desviadas para um ramal pré-determinado quando o sistema encontra-se no modo noturno.
ANEXO C2 – Gateway de Voz – 31 a100 ramais
|
1. Equipamento modular, permitindo a ampliação através da simples adição de módulos, bastidores e cartões, não necessitando da troca de hardware inicial;
|
2. Ter estrutura de Chassis modular para instalação em rack padrão19 polegadas, Deverá ser fornecido rack apropriado com mínimo12 U’s;
|
3. Possuir interfaces E1-R2 e/ou ISDN (PRI OU BRI) conforme Tabela 2;
|
4. Possuir interfaces para ramais analógicos conforme Tabela 2;
|
5. Possibilitar conexão de ramais IP conforme Tabela 2;
|
6. Interface de rede local padrão Ethernet10/100 Mbps, ou superior, FULL, conector RJ-45;
1 |
7. Padronização;
1 |
8. Suportar protocolos de sinalização IP: SIP e H.323;
|
9. Deverá suportar os protocolos de Fax T.30 ou T.38, Real-Time Fax sobre IP;
|
10. Suportar padrões de áudio ITU G.711, G.723, G.729, G726 devendo o equipamento ofertado possuir capacidade de processamento da capacidade máxima de tráfego em qualquer um dos padrões citados, sem perda ou atraso na comunicação;
|
11. Suportar protocolos TCP/IP, RTP, FTP, TFTP, TELNET, DNS;
|
12. Os equipamentos devem permitir conexão com as diversas categorias de PABXs (PABX digital, híbrido e IP) de distintos fabricantes, sem perda de qualidade;
|
13. As Centrais devem possuir seleção de acesso à Rota de Menor Custo automaticamente em função de números discados sem a necessidade de digitar um código de rota especifico;
|
14. O equipamento deverá ser capaz de comunicar com outros gateways e com o Servidor de Comunicação Central utilizando padrão aberto SIP e H.323. Deste modo, o equipamento deverá ser capaz de se registrar no Sistema Central, estabelecer chamadas em SIP e H.323 utilizando o protocolo RTP para transmissão de voz;
|
15. Suportar os processamentos de voz VAD, G.165 ou G.168, CNG, TIA-464B DTMF, Dial, Busy, Ring Back, Call Progress;
|
16. Possibilitar comunicação criptografada e autenticada, incluindo a utilização de canal seguro SSL, que garanta a segurança da comunicação no tráfego do backbone da rede e nas pontas, sempre utilizando padrões abertos de mercado, como o AES e SHA;
|
17. Permitir gerenciamento através de console, Web e SSH;
|
18. Suportar atualizações de firmware e configuração a partir de servidor centralizado via FTP ou TFTP;
|
19. Implementar redirecionamento de tráfego RTP, permitindo que o tráfego de voz-sobre-IP vá diretamente de um terminal ao outro sem passar pelo Servidor de Comunicação;
|
21. O sistema deve suportar buffers dinâmicos para controle de jitter;
|
21. O sistema deve suportar buffers dinâmicos para controle de jitter;
|
22. Ter alimentação elétrica em corrente alternada, com tensão de 220V ± 20%, 60Hz, em duas vias distintas, podendo funcionar integralmente com qualquer uma delas isoladamente, comutando automaticamente em caso de falha e sem interrupção da alimentação, em caso de alimentação de corrente contínua DC/-48V/-60V ± 20% deverá ser cotado um retificador para cada fonte solicitada, com tensão de entrada de 220V ± 20%, 60Hz;
|
23. Permitir a visualização das informações de status de pelo menos as seguintes opções: Informações Gerais, Estado das Linhas e Estado do Hardware, Estado do Registro SIP, Estado do Roteamento VoIP (se o gateway encontrou o proxy ou não);
|
24. Possibilitar a visualização do estado da porta ethernet full;
|
25. Possuir gerência SNMP v. 2. As MIBs proprietárias deverão ser fornecidas gratuitamente;
|
26. O dever ser ofertadas com salas de conferência, que permitam em sua totalidade, realizar no mínimo10 salas de conferência com no mínimo10 (dez) usuários;
|
27. O sistema deverá prover uma disponibilidade 99.9%;
|
28. Deve possuir função de anúncio e música em espera e capacidade de armazenamento de arquivos de áudio;
|
29. Capacidade de gerar e enviar por syslog CDRs (Call Detail Records) de cada chamada recebida ou originada (mesmo em sobrevivência). No mínimo, os seguintes campos deverão estar presentes: Número de Origem, Número de Destino, IP Remoto (SIP), IP Remoto (Mídia), Duração, Horário de Início (INVITE), Horário de Atendimento (200 OK ref. INVITE), Horário de Encerramento (BYE), Causa Q.850 de Desconexão, SIP Call ID, Quantidade de Pacotes Transmitidos, Quantidade de Pacotes Recebidos, Quantidade de Pacotes Transmitidos Perdidos, Quantidade de Pacotes Perdidos antes de serem recebidos, Número de Origem após manipulação (se houver), Número de Destino após manipulação (se houver), Lado que encerrou a chamada, porta física (ou timeslot), jitter médio de cada chamada e atraso médio de cada chamada;
|
30. Certificado pela ANATEL;
|
31. Facilidades:
|
- Desvio de um feixe externo sobre um grupo ou um usuário individual;
|
- Chamada à telefonista;
|
- Atendimento diurno ou noturno por grupos de ramais, recepcionista digital, mesa de telefonista ou ramal atendedor;
|
- Discriminação de chamada externa (Classes de restrição);
|
- Chamadas locais;
|
- Conferência;
|
- Feixes de linhas externas;
|
- Indicação de chamada em espera em terminais especiais;
|
- Captura individual de chamada;
|
- Captura de chamada em grupo;
|
- Captura de chamada seletiva;
|
- Captura de chamada de outro grupo;
|
- Estacionamento de chamada;
|
- Acesso Direto a Feixe de Troncos;
|
- Acesso Direto ao Tronco por centro de custo;
|
- Bloqueio DDC;
|
- Intercalação;
|
- Rediscagem do último número chamado;
|
- Último número armazenado;
|
- Desvio se não atende e desvio se ocupado;
|
- Discagem em DTMF;
|
- Cadeado eletrônico;
|
- Função Chefe-secretária – ramal associado;
|
- Cadeado eletrônico marcado no ramal;
|
- Categorias de serviços de ramal distintas para diurno e noturno;
|
- Liberação de classe do ramal por código e senha;
|
- Numeração flexível;
|
- Siga-me externo;
|
- Senha de usuário;
|
- Rota de menor custo;
|
- Discagem abreviada: Esta facilidade permite que todos os usuários disquem os números mais utilizados por meio e de um código abreviado;
|
- Serviço noturno: Esta facilidade permite que chamadas direcionadas à telefonista sejam desviadas para um ramal pré-determinado quando o sistema encontra-se no modo noturno.
ANEXO C3 – Gateway de Voz –11 até 30 ramais
|
1. Equipamento modular, permitindo a ampliação através da simples adição de módulos, bastidores e cartões, não necessitando da troca de hardware inicial;
|
2. Ter estrutura de Chassis modular para instalação em rack padrão19 polegadas, deverá ser fornecido rack apropriado com mínimo12 U’s;
|
3. Possuir interfaces E1-R2 e/ou ISDN (PRI OU BRI) conforme Tabela 3;
|
4. Possuir interfaces para ramais analógicos conforme Tabela 3;
|
5. Possibilitar conexão de ramais IP conforme Tabela 3;
|
6. Interface de rede local padrão Ethernet10/100 Mbps, ou superior, FULL, conector RJ-45;
|
7. Padronização;
|
8. Suportar protocolos de sinalização IP: SIP e H.323;
|
9. Deverá suportar os protocolos de Fax T.30 ou T.38, Real-Time Fax sobre IP;
|
10. Suportar padrões de áudio ITU G.711, G.723, G.729, G726 devendo o equipamento ofertado possuir capacidade de processamento da capacidade máxima de tráfego em qualquer um dos padrões citados, sem perda ou atraso na comunicação;
|
11. Suportar protocolos TCP/IP, RTP, FTP, TFTP, TELNET, DNS;
|
12. Os equipamentos devem permitir conexão com as diversas categorias de PABXs (PABX digital, híbrido e IP) de distintos fabricantes, sem perda de qualidade;
|
13. As Centrais devem possuir seleção de acesso à Rota de Menor Custo automaticamente em função de números discados sem a necessidade de digitar um código de rota especifico;
|
14. O equipamento deverá ser capaz de comunicar com outros gateways e com o Servidor de Comunicação Central utilizando padrão aberto SIP e H.323. Deste modo, o equipamento deverá ser capaz de se registrar no Sistema Central, estabelecer chamadas em SIP e H.323 utilizando o protocolo RTP para transmissão de voz;
|
15. Suportar os processamentos de voz VAD, G.165 ou G.168, CNG, TIA-464B DTMF, Dial, Busy, Ring Back, Call Progress;
|
16. Possibilitar comunicação criptografada e autenticada, incluindo a utilização de canal seguro SSL, que garanta a segurança da comunicação no tráfego do backbone da rede e nas pontas, sempre utilizando padrões abertos de mercado, como o AES e SHA;
|
17. Permitir gerenciamento através de console, Web e SSH;
|
18. Suportar atualizações de firmware e configuração a partir de servidor centralizado via FTP ou TFTP;
|
19. Implementar redirecionamento de tráfego RTP, permitindo que o tráfego de voz-sobre-IP vá diretamente de um terminal ao outro sem passar pelo Servidor de Comunicação;
|
21. O sistema deve suportar buffers dinâmicos para controle de jitter;
|
21. O sistema deve suportar buffers dinâmicos para controle de jitter;
|
22. Ter alimentação elétrica em corrente alternada, com tensão de 220V ± 20%, 60Hz, em duas vias distintas, podendo funcionar integralmente com qualquer uma delas isoladamente, comutando automaticamente em caso de falha e sem interrupção da alimentação, em caso de alimentação de corrente contínua DC/-48V/-60V ± 20% deverá ser cotado um retificador para cada fonte solicitada, com tensão de entrada de 220V ± 20%, 60Hz;
|
23. Permitir a visualização das informações de status de pelo menos as seguintes opções: Informações Gerais, Estado das Linhas e Estado do Hardware, Estado do Registro SIP, Estado do Roteamento VoIP (se o gateway encontrou o proxy ou não);
|
24. Possibilitar a visualização do estado da porta ethernet full;
|
25. Possuir gerência SNMP v. 2. As MIBs proprietárias deverão ser fornecidas gratuitamente;
|
26. O sistema deverá prover uma disponibilidade 99.9%;
|
27. Deve possuir função de anúncio e música em espera e capacidade de armazenamento de arquivos de áudio;
|
28. Capacidade de gerar e enviar por syslog CDRs (Call Detail Records) de cada chamada recebida ou originada (mesmo em sobrevivência). No mínimo, os seguintes campos deverão estar presentes: Número de Origem, Número de Destino, IP Remoto (SIP), IP Remoto (Mídia), Duração, Horário de Início (INVITE), Horário de Atendimento (200 OK ref. INVITE), Horário de Encerramento (BYE), Causa Q.850 de Desconexão, SIP Call ID, Quantidade de Pacotes Transmitidos, Quantidade de Pacotes Recebidos, Quantidade de Pacotes Transmitidos Perdidos, Quantidade de Pacotes Perdidos antes de serem recebidos, Número de Origem após manipulação (se houver), Número de Destino após manipulação (se houver), Lado que encerrou a chamada, porta física (ou timeslot), jitter médio de cada chamada e atraso médio de cada chamada;
|
29. Certificado pela ANATEL;
|
30. Facilidades:
|
- Desvio de um feixe externo sobre um grupo ou um usuário individual;
|
- Chamada à telefonista;
|
- Atendimento diurno ou noturno por grupos de ramais, recepcionista digital, mesa de telefonista ou ramal atendedor;
|
- Discriminação de chamada externa (Classes de restrição);
|
- Chamadas locais;
|
- Conferência;
|
- Feixes de linhas externas;
|
- Indicação de chamada em espera em terminais especiais;
|
- Captura individual de chamada;
|
- Captura de chamada em grupo;
|
- Captura de chamada seletiva;
|
- Captura de chamada de outro grupo;
|
- Estacionamento de chamada;
|
- Acesso Direto a Feixe de Troncos;
|
- Acesso Direto ao Tronco por centro de custo;
|
- Bloqueio DDC;
|
- Intercalação;
|
- Rediscagem do último número chamado;
|
- Último número armazenado;
|
- Desvio se não atende e desvio se ocupado;
|
- Discagem em DTMF;
|
- Cadeado eletrônico;
|
- Função Chefe-secretária – ramal associado;
|
- Cadeado eletrônico marcado no ramal;
|
- Categorias de serviços de ramal distintas para diurno e noturno;
|
- Liberação de classe do ramal por código e senha;
|
- Numeração flexível;
|
- Siga-me externo;
|
- Senha de usuário;
|
- Rota de menor custo;
|
- Discagem abreviada: Esta facilidade permite que todos os usuários disquem os números mais utilizados por meio e de um código abreviado;
|
- Serviço noturno: Esta facilidade permite que chamadas direcionadas à telefonista sejam desviadas para um ramal pré-determinado quando o sistema encontra-se no modo noturno.
ANEXO T1- Aparelhos IP Avançados
|
1.Display de cristal líquido Colorido com iluminação, alfanumérico, com capacidade de visualização de 320 x 240 pixels. Deve possibilitar a indicação de data, hora, duração da ligação, número chamado, número do ramal que iniciou a chamada quando do recebimento de ligações internas e de mensagens na língua portuguesa;
2. Possuir as seguintes facilidades:
|
2.1 “Viva-voz” “full duplex”, com cancelamento de eco, que permite realizar e receber chamadas com o monofone no gancho;
|
2.2 Possuir controle de volume e tom da campainha;
|
2.3 Mute;
|
2.4 Conferência;
|
2.5 Rediscagem;
|
2.6 Transferência;
|
2.7 Desligar chamadas;
|
2.8 Retenção (hold).
3. Possuir pelo menos16 funções programáveis com sinalização:
|
3.1 Conferência;
|
3.2 Rediscagem;
|
3.3 Transferência;
|
3.4 Desligar chamadas;
|
3.5 Retenção (hold).
|
4. Possuir teclas que permitam o acesso às facilidades do sistema sem a necessidade de memorização de códigos (softkeys);
|
5. Switch com 2 portas, para ligação fast ethernet e formação de 2 vlan´s;
|
6. Função identificação de chamadas;
|
7. Suporte aos codecs G.711, ou G.723, ou G.729-A;
|
8. Suporte aos padrões SNMP, DHCP;
|
9. Suporte aos padrões IEEE 802.1p, IEEE 802.1q;
|
10. Indicação da existência de mensagens no serviço de correio de voz;
|
11. Atender ao padrão H323 v2/v3/v4 ou SIP;
|
12. Possuir controle de volume e tom da campainha;
|
13. Função identificação de chamadas;
|
14. Deverá possibilitar a alimentação por Patch Panel e PoE (Power over Ethernet) 802.3af como também fonte de alimentação externa;
|
15. Suportar browser com WML ou XML;
|
16. Fonte de alimentação automática- bivolt;
|
17. Suporte a criptografia de mídia AES ou TLS e suportar SRTP;
|
18. Possuir certificado de homologação da Anatel.
ANEXO T2- Aparelhos IP Intermediários
1 |
1. Display de cristal líquido com iluminação, alfanumérico, com capacidade de visualização mínima de 320 x 240 pixels com 255 tons de cinza. Deve possibilitar a indicação de data, hora, duração da ligação, número chamado, número do ramal que iniciou a chamada quando do recebimento de ligações internas e de mensagens;
|
1.1. Possuir ajuste no ângulo de visão do display ou na base do aparelho;
|
2. Possuir as seguintes facilidades:
|
2.1. “Viva-voz” que permite realizar e receber chamadas com o monofone no gancho;
|
2.2. Possuir controle de volume e tom da campainha;
|
2.3. Mute;
|
2.4. Conferência;
|
2.5. Rediscagem;
|
2.6. Transferência;
|
2.7. Retenção (hold).
|
3. Possuir pelo menos 8 funções programáveis com sinalização:
|
3.1. Conferência;
|
3.2. Rediscagem;
|
3.3. Transferência;
|
3.4. Retenção (hold)
|
4. Possuir teclas que permitam o acesso às facilidades do sistema sem a necessidade de memorização de códigos (softkeys);
|
5. Switch com 2 portas, para ligação fast ethernet e formação de 2 vlan´s;
|
6. Porta para Headset com tecla de controle especifica para habilitar e desabilitar o headset;
|
7. Função identificação de chamadas;
|
8. Suporte aos codecs G.711, ou G.723, ou G.729 A;
|
9. Suporte aos padrões SNMP, DHCP;
|
10. Suporte aos padrões IEEE 802.1p, IEEE 802.1q e IEEE 802.1d;
|
11. Indicação da existência de mensagens no serviço de correio de voz;
1 |
12. Atender ao padrão H323 v2/v3/v4 ou SIP;
|
13. Possuir controle de volume e tom da campainha;
|
14. Função identificação de chamadas;
|
15. Deverá possibilitar a alimentação por Patch Panel e PoE (Power over Ethernet) 802.3af como também fonte de alimentação externa;
|
16. Suporte a criptografia de mídia AES ou TLS e suportar SRTP;
|
17. Fonte de alimentação automática- Bivolt;
|
18. Possuir certificado de homologação da Anatel.
ANEXO T3- Aparelhos IP Básicos
|
1. Display de cristal líquido com iluminação, alfanumérico, com capacidade de visualização mínima de 2 linhas por16 caracteres Deve possibilitar a indicação de data, hora, duração da ligação, número chamado, número do ramal que iniciou a chamada quando do recebimento de ligações internas e de mensagens;
|
2. Possuir as seguintes teclas de facilidades fixas:
|
2.1. “Viva-voz” que permite realizar e receber chamadas com o monofone no gancho;
|
2.2. Possuir controle de volume e tom da campainha;
|
2.3. Mute;
|
2.4. Conferência;
|
2.5. Rediscagem;
|
2.6. Transferência;
|
2.7. Retenção (hold).
|
3. Possuir pelo menos 4 funções programáveis com sinalização;
|
4. Licença de software para instalação na CPCT ou nos módulos da CPCT;
|
5. Possuir interface web incorporada para configuração;
|
6. Switch interno com 2 portas, para ligação fast ethernet;
|
7. Possuir1 entrada para headset- RJ22;
|
8. Função identificação de chamadas;
|
9. Suporte aos codecs G.711, ou G.723, ou G.729 A;
|
10. Suporte ao padrão DHCP;
2 |
11. Atender ao padrão SIP;
|
12. Cancelamento de eco acústico;
|
13. Possuir controle de volume e tom da campainha;
|
14. Função identificação de chamadas;
|
15. Deverá possibilitar a alimentação por Patch Panel e PoE (Power over Ethernet) 802.3af, como também fonte de alimentação externa – Bivolt;
|
16. Suporte a criptografia de mídia AES ou TLS e suportar SRTP;
|
17. Possuir certificado de homologação da Anatel.
INTERFACE CELULAR IP
1) Características mínimas
|
- Hardware para rack19” com no máximo de 4 U’s de altura;
|
- Conexão ao PABX via IP – SIP;
|
- Operação com até 4 operadoras (4 SIM cards) com Seleção Manual ou Automática de Operadora / SIM Card;
|
- Alta qualidade de áudio, com ajuste de volume;
|
- Compatível com SMPP (SMS);
|
- Integração com SLA (Shared Line Appearance) onde cada interface reporta seu estado ao servidor, permitindo que o servidor monitore-as possibilitando a alocação de interfaces livres. Nesse caso a alocação de interfaces é realizada de forma inteligente de acordo com a operadora selecionada;
|
- Call Back inteligente- O equipamento deverá possibilitar, quando o telefone móvel retornar a chamada, a Gateway analisar o número e o comparará com a base de dados criada, enviando a chamada diretamente ao ramal que a originou;
|
- Múltiplas Chamadas por Interface(Multiparty Call) permitindo o roteamento de chamadas de até 6 usuários utilizando uma única interface/Sim card;
|
- Codecs: G.711A/U, G.723.1, G.729AB, G.726, iLBC, GSM-FR, L16, Speex, SILK;
|
- VAD, CNG e PLC;
|
- 2 portas ethernet10/100BASE-T- RJ45;
|
- Fornecido com Módulo Combinador de Antenas.
2) Gerenciamento:
|
- Configuração /Gerenciamento/Monitoração do tráfego de voz e dados pela interface Web;
|
- Alarmes de falhas de funcionamento enviados por SMS ou por e-mail;
|
- Bilhetagem compatível com o tarifador do sistema.
Observação:
|
- Deve haver o fornecimento de serviço (instalação e treinamento) e fornecimento de hardware (equipamento).
|
O equipamento deverá ser homologado pela ANATEL.
Especificação - TARIFADOR
Especificações técnicas mínimas:
|
A solução de tarifação (programas e equipamentos, armazenamento das informações incluindo banco de dados) para a implementação dos seguintes recursos:
|
1. Tarifar e bilhetar todo o sistema de telefonia independente de modelo de CPCT e local de instalação dos ramais e com capacidade de expansão;
|
2. Possuir recursos automáticos para arquivar as ligações antigas e salvá-las em um arquivo;
|
3. Coletar, custear e organizar todos os dados de chamadas de voz que venham a ser obtido em toda a Rede;
|
4. Fornecer ferramenta que permita a cada usuário rodar relatórios referentes apenas aos seus próprios dados devido a funcionalidades empregadas de segurança e permissões de acesso;
|
5. Seguindo o padrão brasileiro, o sistema de tarifação deve possuir um mecanismo para recalcular automaticamente todas as tabelas quando alguma das tabelas de preços for modificada;
|
6. Alocar o custo da chamada ao usuário correto baseado na utilização de códigos de acesso a partir de qualquer local da Rede, mantendo sempre as informações da origem física da chamada;
|
7. Serviço de tarifação automática, uma vez que o bilhete (.cdr) for adicionado ao banco de dados do sistema de tarifação, o mesmo deverá iniciar o processo de reconhecimento, adição do custo, inclusive markup, e alocação à respectiva entidade hierárquica no sistema;
|
8. Utilizar uma arquitetura de coletores descentralizados para garantir que nenhum dado de tarifação seja perdido em caso de queda total ou parcial dos sistemas ou outra solução que garanta a tarifação;
|
9. Personalização de relatórios, cada evento gerador de custo dentro da solução deverá estar atrelada a uma entidade agrupadora e pronto para a geração de relatórios:
|
9.1. Para personalização de um relatório deverá ser necessário apenas um conhecimento básico de elaboração de consultas dentro de um sistema gerenciador de banco de dados. A interface de criação de relatórios deverá necessitar, também, um conhecimento apenas básico de criação de relatórios e deverá permitir a criação integrada de relatórios analíticos e gráficos;
|
9.2. Capacidade de gerar faturas telefônicas idênticas às geradas pelas operadoras de Telefonia Fixa Comutada e de Telefonia Celular.
|
10. Agendamento de relatórios, uma vez criados os relatórios deverá ser possível agendar o envio dos mesmos. As saídas suportadas devem ser arquivos em diversos formatos, e-mail ou diretamente às impressoras na rede;
|
11. Exportação de dados deverá permitir agendamento, ou seja, em um período determinado pelo usuário os dados deverão ser disponibilizados;
|
12. Visualização das informações; a cada acesso a solução deverá ser realizado através de login e senha e ter diferentes privilégios à navegação;
|
12.1. Entre os privilégios ao acesso deveremos ter por localidades, por níveis hierárquicos pré-definidos, relatórios disponíveis, níveis de manipulação de dados, idioma que o usuário quer ter acesso, privilégios de configuração da solução, privilégios de configuração de relatórios;
|
13. Estatísticas de tempo:
|
13.1. A solução de tarifação deverá possuir uma ferramenta de análise de dados on-line que tenha como resultados alertas pró-ativos que possam ser distribuídos a usuários por e-mail ou mostrados na tela dos mesmos.
|
13.2. Alguns alertas pró-ativos que devem ser gerados são:
|
13.2.1. Uso excessivo de telefone;
|
13.2.2. Capacidade de uso dos troncos;
|
13.2.3. Controle orçamentário (budget).
|
13.3. Além dos alertas acima, devem poder ser gerados relatórios regulares, como:
|
13.3.1. Sumários ou detalhados por entidades (Usuário/ Níveis Hierárquicos/ Centros de Custo/ Troncos/ Rotas internas);
|
13.3.2. Tráfego por Erlang por entidade;
|
13.3.3. Sumário por categorias por entidade;
|
13.3.4. Sumário por tipos de chamadas (saída, entrada, intra-rede saída / entrada, ramal-ramal, desviadas);
|
13.3.5. Diretório organizacional por Nível Hierárquico e/ou Centros de Custo;
|
13.3.6. Distribuição de uso por hora do dia;
|
13.3.7. Estatísticas de distribuição de chamadas (número discado) por entidade;
|
13.3.8. Ranking de números mais discados por duração, custos, quantidade e pulsos;
|
13.3.9. Ranking de usuários por duração, custos, quantidade e pulsos;
|
13.3.10. Históricos mensais por entidades.
|
13.4. Todos os relatórios deverão ser analíticos e com gráficos anexos, quando pertinente.
|
14. VoIP, os custos de chamadas (eventos) deverão ser efetuados da forma tradicional ou por quantidade de bytes trafegados;
|
15. Utilizar uma arquitetura de coletores descentralizados para garantir que nenhum dado de tarifação seja perdido em caso de queda total ou parcial dos sistemas ou outra solução que garanta a tarifação;
|
16. Recursos que permitam ao usuário filtrar os dados de seu relatório para análise e visualizá-los em formato gráfico para WEB, imprimi-los, enviá-los por e-mail ou salvá-los em arquivos nos formatos (PDF, TXT, XLS, RTF e RPT);
|
17. Possuir ferramenta para geração e envio de boletos de cobrança e/ou faturas por Secretaria e/ou Autarquia Estadual;
|
17.1. Emissão de faturas por Secretaria e/ou Autarquia Estadual consolidando na mesma seus devidos clientes (secretárias) com detalhamento de chamadas por ramal e itemização de impostos;
|
17.2. Os dados processados de toda a rede de voz deverão ser unificados em um único banco de dados. Deverão ser criadas entidades de agrupamento chamadas usuário. Cada usuário deverá ser vinculado a uma hierarquia da rede;
|
17.3. Um usuário deverá ser uma entidade que possui diversos dispositivos pontuais da rede que geram custo e são tarifados pela solução. Um usuário poderá possuir uma senha de acesso a chamadas externas comum na rede e a solução deverá reconhecer esta senha e alocar o custo da chamada ao usuário pertinente mesmo que o usuário faça chamadas em mais de um ponto da rede;
|
17.4. Uma vez que os dispositivos estão ligados aos usuários e os usuários aos níveis hierárquicos ou centros de custo, a solução deverá estar pronta para gerar os relatórios por cada uma das entidades hierárquicas ou centros de custo;
|
17.5. Possibilitar a adição de custos fixos (ex. taxa de instalação) e/ou custos recorrentes (ex. aluguel de equipamento) por entidade usuário;
|
18. De acordo com privilégios, o usuário poderá visualizar uma janela de monitoração do andamento do sistema. Esta janela deverá alertar o usuário de eventuais falhas em algum processo da solução. Paralelamente, a solução de gerenciamento de falhas deverá enviar e-mail aos responsáveis por cada evento defeituoso para notificação. Caso a própria solução falhe, a interface de monitoramento deverá informar perda de comunicação e disparar localmente notificações urgentes aos responsáveis;
Especificação GERÊNCIA CPCT
Especificações técnicas mínimas:
|
1. Sistema (programas e equipamentos) de gerenciamento, com as seguintes características:
|
1.1. Serão fornecidos e instalados um software de gerenciamento, e um software de manutenção;
|
1.2. Os sistemas possuirão interface gráfica;
|
1.3. Deverá ser possível emitir os seguintes relatórios estatísticos e gerenciais:
|
1.3.1. Relatório de conta resumida por DDR específico ou faixa de ramais;
|
1.3.2. Relatório detalhado por ramal;
|
1.3.3. Relatório de congestionamento de grupo de troncos;
|
1.3.4. Relatório da Lista Telefônica;
|
1.3.5. Relatório de Horário de Tráfego;
|
2. O software de gerenciamento e manutenção deverá permitir pelo menos, as seguintes funções:
|
2.1. Verificação e alteração de dados tais como alteração de categoria de ramal e/ou de tronco, alteração de número de ramal, liberação ou bloqueio de ramais, etc.;
|
2.2. Reprogramação dos dados do sistema;
|
2.3. Possibilitar a criação de registros históricos de todas as alterações realizadas pelos administradores;
|
2.4. Conectado a central através de rede TCP/IP.
|
3. Administração e gerenciamento:
|
3.1. O sistema proposto deve ser administrado através de LAN;
|
3.2. O sistema proposto deve ter e suportar acesso remoto via modem V90;
|
3.3. O sistema proposto deve suportar no mínimo cinco sessões de administração simultâneas;
|
3.4. A interface de administração poderá ser usada em múltiplos sistemas;
|
3.5. A interface de administração deve ser gráfica e ter a opção de linha de comando;
|
3.6. A interface de administração deve poder gerar relatórios de tráfego e utilização de troncos. Descrever os relatórios;
1 |
3.7. As placas de troncos devem ser “hot swappable”;
|
3.8. O sistema proposto deve suportar backup da base de dados via LAN;
|
3.9. O sistema deve possuir ferramenta de monitoração da qualidade das chamadas de voz-sobre-IP, informando sobre parâmetros de qualidade de serviço na rede (delay, jitter, perda de pacotes);
|
3.10. O sistema deve suportar gerenciamento via SNMP;
1 |
3.11. O sistema proposto deve identificar que um ramal digital ou IP mudou de localização e automaticamente atualizar a base de dados sem necessidade de intervenção de administrador. Um usuário pode mover seu telefone para outra tomada pré-configurada para telefones digitais, conectar seu telefone e automaticamente associar seu número à tomada. Idem para telefones IP. O administrador poderá alterar a classe de qualquer ramal do sistema remotamente;
|
3.12. O sistema de gerenciamento deve possuir interface de usuário gráfica para executar o software de administração do Servidor de Voz, administração Correio de voz e permitir a análise do tráfego de voz;
|
3.13. O sistema de gerenciamento deve operar sob um sistema operacional baseado em plataforma aberta e suportar acesso via web;
|
3.14. Permitir o gerenciamento de falhas e performance podendo ser integrado ao framework de gerenciamento permitindo demonstrar uma visão hierárquica dos dispositivos;
|
3.15. Permitir visualizar o status do dispositivo, sistema de alarmes e assistência para isolamento de problemas;
|
3.16. O sistema de gerenciamento deve fornecer um histórico sobre as falhas de voz do sistema juntamente com um relatório sobre estes dados;
|
3.17. O sistema de gerenciamento deve possuir aplicativos que permitam os usuários finais configurar estação pessoal, estabelecer preferências e facilidades. A autorização para acessar um limitado conjunto de facilidades deve ser controlado pelo administrador;
|
3.18. O sistema proposto deve possuir facilidade de detecção de chamada maliciosa, permitindo o usuário solicitar o rastreamento de uma chamada;
|
3.19. O sistema deve suportar interface gráfica via web para que usuários finais possam fazer alterações na configuração de seus ramais.
SISTEMA DE MENSAGENS UNIFICADAS (Correio de Voz e Fax)
1.1. Características
|
1.1.1. Deverá possuir sistema de Mensagens (Voice Mail);
|
1.1.2. Hardware e software necessários para a implementação do Sistema de Correio de Voz Correio de voz e fax integrado com a central, para 2000 contas com100 acessos simultâneos. Cada caixa postal terá em média10 mensagens de até1 minuto cada mensagem. As mensagens deverão ficar armazenadas por até15 dias, O sistema deve ter o conceito de comunicação unificada e deve ser acessível as caixas de correio de voz através de programas de acesso a e-mail através dos protocolos POP3 e IMAP;
|
1.1.3. O sistema deverá fazer a indicação nos telefones IP de mensagem existente na caixa postal;
|
1.1.4. O sistema deverá suportar o protocolo IMAP4 e SMTP para integração com sistema de e-mail existente no órgão;
|
1.1.5. Deverá operar sobre os protocolos SIP;
|
1.1.6. Deverá implementar MWI (Messaging Wainting Information) sobre protocolos SIP;
|
1.1.7. Deverá implementar os codecs GSM e G.711 a-law e µ-law;
|
1.1.8. Deverá suportar formato TIFF para tratamento de fax;
|
1.1.9. Deverá possuir sistema de notificação em que o equipamento realizará chamadas telefônicas de notificação para o usuário mediante determinadas ações como recebimento de e-mail de determinado usuário, recebimento de voice-mail e fax;
|
1.1.10. Deverá suportar o recebimento, envio e encaminhamento de FAX no sistema;
|
1.1.11. O sistema de indicação de novas mensagens deverá ser via tom diferenciado nos telefones analógicos;
|
1.1.12. O sistema deverá permitir a alteração configuração de tempo máximo de cada mensagem e período máximo de retenção das mensagens no sistema onde, passado o período, o sistema apagará automaticamente a mensagem;
|
1.1.13. O sistema deverá permitir a configuração de tempo máximo de conteúdo gravado por voice mail e capacidade máxima de chamadas gravadas;
|
1.1.14. O sistema deverá implementar mecanismo de login e senha para acesso às caixas postais;
|
1.1.15. O sistema deverá implementar mecanismo de encaminhamento de mensagens gravadas no voice mail;
|
1.1.16. Deverá possuir sistema de follow me aonde o usuário poderá configurar uma lista de telefones no qual o sistema realizará busca para encontrar e notificar da existência de uma nova ligação;
|
1.1.17. No sistema de follow me o usuário poderá cadastra no mínimo 5 números de telefones internos ou externos ao sistema para realizar busca;
|
1.1.18. O sistema de follow me deverá solicitar e gravar o nome do chamador para realização do anúncio do chamador para a pessoa chamada;
|
1.1.19. Deverá possuir interface Web para acesso dos usuários às suas mensagens de voice mail;
|
1.1.20. A interface Web deverá permitir ao usuário configurar para qual tipo de mensagem ele gostaria de ser notificado. Qualquer mensagens ou mensagens urgentes;
|
1.1.21. Deverá suportar função de fax integrada permitindo o recebimento de fax e encaminhamento do mesmo para caixa postal do usuário;
|
1.1.21. Deverá suportar fax sobre IP utilizando protocolos G.711 e T.38;
SISTEMA DE MONITORAMENTO DE DISPOSITIVOS IP – CPCT- CCO
|
Será disponibilizado espaço físico (sala) com mobiliários na Prefeitura Municipal de Florianópolis com pelo menos 32m² para instalação de equipamentos para monitoramento do sistema VoIP, com nobreak e monitores individuais por técnico e Telões de Tv`s LCD`s de 42 polegadas através de aplicativos específicos.
|
Fornecimento de Sistema (programas e equipamentos) de gerenciamento dos Ativos e dispositivos IP, com as seguintes características:
1 |
- O sistema deverá integrar os alarmes do sistema gerenciador e também deverá integrar com a solução de rádio comunicação do projeto;
|
- O sistema de Gerência de Falhas Integrado é imprescindível para a detecção de problemas na rede de forma rápida e eficiente;
|
- A partir de uma tela única o operador da rede consegue visualizar os eventos das diversas tecnologias envolvidas, ao invés de ter de buscar as informações em vários sistemas de maneira separada e isolada, o que demandaria muito mais tempo para resolução;
|
- O sistema deverá ser acessível por meio de interface gráfica padrão de mercado para até10 operadores simultâneos;
|
- O sistema oferecido deve permitir capturar alarmes de outras tecnologias por meio da aquisição de conectores específicos. Isso assegurará à CONTRATANTE a preservação de investimento de modo que, no futuro, ela possa capturar alarmes de outras tecnologias e não estar limitada às oferecidas por cada licitante;
|
- O sistema deverá ser escalável, devendo suportar milhares de alarmes por dia comprovadamente, por meio de atestados de clientes ou de documentos redigidos pelo fabricante do sistema (Importante característica na evolução da solução e crescimento da rede);
|
- O sistema deverá armazenar os alarmes, para fins históricos, por no mínimo 6 (seis) meses em banco de dados Oracle, MySQL ou Postgree;
|
- O sistema deve ser permitir abrir trouble tickets na maioria dos sistemas de mercado;
|
- O sistema deve ser seguro, permitindo comprovadamente o trânsito dos alarmes na rede de modo criptografado;
1 |
- O sistema deve gerenciar identidades, ou seja, um usuário deve ter um perfil que restrinja o acesso à visualização de alarmes de certos equipamentos ou de certas regionais, desse modo, um usuário que possa ver os alarmes de equipamentos de um certo fabricante possa estar restrito para visualizar alarmes de outros fabricantes e vice-versa. Essa funcionalidade deve estar comprovada por meio de documentos do fabricante do sistema (Funcionalidade importante para organizar os perfis de acesso ao sistema. Cada tipo de usuário terá sua forma específica de visualização dos alarmes da rede);
|
- O sistema deverá enviar informações estratégicas para visualização em Tela LCD 42 polegadas conforme especificações técnicas neste termo de referência.
NO BREACK INTERATIVO
Especificações mínimas
|
Deverá ser fornecido Sistema Ininterrupto de Energia (no-break) e deverá atender as seguintes características mínimas obrigatórias:
|
- Gabinete em chapa de aço com tratamento anti-corrosivo e pintura eletrostática com tinta epóxi ou material plástico de alto impacto não inflamável;
|
- Devera suportar instalação de interruptor de desligamento de emergência;
|
- Sinalização visual exibida na parte frontal do painel;
|
- Sinalização sonora de alarmes críticos;
|
- O equipamento deve permitir a execução de auto-teste automático completo de sistema (incluindo baterias) no momento de ligar e a intervalos frequentes;
|
- O equipamento deve prevenir a descarga total das baterias através de desligamento temporário automático durante uma interrupção prolongada de energia e religar se de forma automática quando do restauro do suprimento de energia elétrica (concessionária);
|
- Possuir interface para comunicação em tempo real com a estação gerenciadora, das sinalizações críticas;
|
- O equipamento deve suportar o gerenciamento remoto via SNMP e WEB;
|
- Tipo on-line constituído de retificador, banco de baterias e inversor, com dupla conversão e isolamento de energia;
|
- As cargas de saída deverão ser alimentadas permanentemente pelo inversor, na presença de energia da rede ou não;
|
- Saída estabilizada da rede;
|
- Possuir chave estática;
|
- Possuir chave by-pass automática, no caso de sobrecarga ou falha do no-break;
|
- Tempo de transferência do no-break para a chave by-pass e vice-versa deve ser sem interrupção para a carga;
|
- Supressão de interferência eletromagnética;
|
- Possuir Manual de Instalação e Operação em Português e/ou espanhol.
TIPO I- sistema com redundância para ser implementado nos 4 POPs na PMF
|
Quantidade: 4 (quatro) peças.
Características Elétricas
|
- Potência de Saída: conforme carga da central CPCT ofertada com sobra de 20%;
|
- Tensão Nominal de Entrada: 220 Vac trifásico;
|
- Tensão Nominal de Saída:110 VAC trifásico;
|
- Faixa de Tensão Nominal de Saída: ± 3%;
|
- Frequência Nominal de Entrada: 40 a 70 Hz;
|
- Frequência Nominal de Saída: 60 Hz;
|
- Eficiência: MINIMA: 85%.
Baterias Internas
|
- Tipo: chumbo-ácido, selada, livre de manutenção, com válvula de segurança por elemento ou monobloco independente do tipo VRLA.
|
- Autonomia a plena carga: 2h.
|
- Possibilidade de expansão de autonomia.
|
- O equipamento deve permitir que os módulos de expansão sejam fixados em racks19” através de trilhos.
Para os sites remotos ou menores
|
Nos sites remotos será disponibilizado um No break de 3KVA para energia ininterrupta dos elementos de rede da fibra e outros equipamentos. Caso a carga da CPCT local fornecida exceda a carga suportada pelo no-break a PROPONENTE deverá fornecer um No-break adicional conforme características mínimas abaixo:
Características Elétricas
|
- Potência Mínima de Saída: conforme CPCT local ofertada no sobra de 20% da carga;
|
- Tensão Nominal de Entrada: 220 Vac monofásico (F-N-T);
|
- Faixa de Tensão Nominal de Entrada: 220 VAC;
|
- Tensão Nominal de Saída:110 VAC monofásico (F-N-T);
|
- Faixa de Tensão Nominal de Saída: ± 3%;
|
- Frequência Nominal de Entrada: 40 a 70 Hz;
|
- Freqüência Nominal de Saída: 60 Hz;
|
- Eficiência MINIMA: 85%.
Baterias Internas
|
- Tipo: chumbo-ácido, selada, livre de manutenção, com válvula de segurança por elemento
|
- Autonomia a plena carga: 30 minutos;
|
- Possibilidade de expansão de autonomia;
|
- O equipamento deve permitir que os módulos de expansão sejam fixados em racks19” através de trilhos.
Proteções
|
- Deve Possuir sistema de proteção;
|
- Supressor de transitórios de tensão;
|
- Contra descarga total das baterias. As baterias não poderão ser descarregadas abaixo de1,7 Volts por elemento;
|
- Contra sobretensões: deve estar de acordo com IEEE 587/ANSI CG2.41- Cat. A e B.
Sinalizações
|
- Rede presente, carga das baterias, saída normal e anormal, chave by-pass atuando e falha do No break.
Fornecimento de RACK 44 U para CPCT de grande porte
Rack de Piso Fechado características mínimas:
|
- Atender as especificações ANSI/EIA/TIA RS-310-D, IEC297-2, D/N41494 partes1 e 7;
|
- Ser fabricando em estrutura em aço cor preta
|
- Possuir 44U de altura, 600mm de largura e 800mm de profundidade;
|
- Possuir padrão de19”;
|
- Possuir grau de proteção IP20;
|
- Rack totalmente desmontável;
|
- Laterais com fecho rápido;
|
- Fechadura tipo cilindro;
|
- Garantir capacidade de carga estática de 500 kg;
|
- Possuir porta frontal em vidro temperado com fechadura tipo cilindro;
|
- Possuir porta traseira em aço com chave;
|
- Possuir laterais com fecho rápido;
|
- Ângulo de abertura da porta de180º;
|
- Possuir planos, frontal e traseiro, zincados e numerados individualmente de1 a 44U;
|
- Possuir conjunto com 4 pés niveladores e kit rodízio;
|
- Possuir, em suas peças principais, terminais para aterramento;
|
- Planos (frontal e traseiro) galvanizados e com numeração de Us;
|
- Estrutura do rack possui terminais de aterramento;
|
- Entrada e saída de cabos pelo teto ou pela base do rack;
|
- Acompanham o conjunto: quatro pés niveladores e quatro rodas (duas com trava);
|
- Teto com preparação para instalação de ventiladores;
|
- Possuir unidade de teto com ventiladores instalados.
Switch 24 Portas ou maior
Para cada site remotos prever no mínimo um switch conforme abaixo:
1 |
- Características mínimas:
|
- O switch de borda (EDGE) deverá possuir no mínimo 24 (vinte e quatro) interfaces ou maior conforme necessidade de ramais IP do site padrão IEEE 802.3ab10/100/1000 BaseTX com conector RJ-45;
|
- Deverá implementar função de Poe conforme a IEEE 802.3af em todas as portas10/100/1000 ofertadas;
|
- Deverá possuir 4 portas do tipo SFP para instalação de interfaces giga do tipo fibra com suporte mínimos aos seguintes tipos de interfaces:1000Base-SX (850nm/550m);1000Base-LX (1310nm/10km); 1000Base-XD (1310 e1550nm/40km);1000Base-ZX (1550nm/70km);1000Base-BX (1310 e1490nm/10 e 40km) e1000Base-EX (1550nm/120km);
|
- Deverá vir com duas portas SFP “populadas” com GBIC1000Base-SX com conector LC, do mesmo fabricante do switch;
|
- Todos os equipamentos do conjunto devem suportar a operação com fonte de alimentação REDUNDANTE interna ou externa. Deverão ser fornecidos todos os cabos e acessórios para a correta instalação e operação das fontes redundantes para alimentação dos equipamentos em rack de dezenove polegadas;
|
- Possuir equipamentos em pilha, os Switches dentro de um conjunto deverão ser interligados, em uma topologia em anel, através de conexão a uma velocidade de no mínimo 40 (quarenta) Gbps entre pares de equipamentos Switches. A conexão deverá ser realizada em anel de forma que a interrupção física em uma das conexões não interrompa a comunicação de qualquer dos equipamentos com os outros equipamentos do conjunto. Deverão ser fornecidos todos os cabos e acessórios para a ligação e montagem destas interligações em rack padrão19 polegadas;
|
- Deverá possuir um backplane com capacidade de processamento de no mínimo de 88 Gbps;
|
- Deverá possuir um desempenho mínimo de 36 Mpps;
|
- Deve ter a possibilidade de instalação de pelo menos 8 equipamentos do mesmo padrão em pilha;
|
- Todos os equipamentos do conjunto devem ser gerenciados por um único IP. A perda de qualquer unidade da pilha não deve implicar perda do endereço IP de gerenciamento, a perda de dois switches quaisquer da pilha também não deverá acarretar na desconfiguração da pilha e na perda deste endereço IP;
|
- Todos os equipamentos do conjunto devem apresentar arquitetura hotswappable, ou seja, a retirada ou inclusão de um switch na pilha não deve implicar em reinicialização do conjunto nem perda de gerenciamento do equipamento ou mesmo na necessidade de reconfiguração do novo switch ou da pilha em caso de substituição de um dos elementos citados;
|
- Dispositivo fisicamente independente, com gabinete e fonte de alimentação próprios, que implemente comutação de pacotes camada 2 e 3 (referência ao modelo OSI).
|
- Cada equipamento Switch individual ou módulo de chassi deverá possuir no máximo quarenta e oito interfaces com conector RJ-45;
|
- Seleção automática de velocidade de operação e de modo de operação half-duplex ou full-duplex para as interfaces com conector RJ-45;
|
- Deve possuir uma interface de console para o gerenciamento e configuração do equipamento com controle de acesso através de usuário e senha;
|
- Deve possuir uma matriz de comutação de no mínimo cem por cento do somatório da velocidade (em modo half-duplex) de todas as interfaces instaladas;
|
- Deve possuir capacidade para no mínimo 8.000 (oito mil) endereços MAC;
|
- Deve possuir memória Flash ou similar para o armazenamento do sistema operacional;
|
- Deve possuir porta USB para backup e atualização de configuração e sistema operacional;
|
- Deve permitir que o administrador desabilite as portas de console e USB de forma a impedir o acesso físico ao mesmo e possíveis invasões no equipamento;
|
- Deve possuir memória não volátil para o armazenamento da configuração;
|
- Deve implementar controle de “broadcast” e “multicast” por interface através de comandos;
|
- Deve permitir a agregação de links de no mínimo 32 (trinta e dois) grupos de 8 (oito) interfaces Gigabit ethernet, devendo permitir a agregação inclusive de portas que não encontre-se no mesmo switch mais em switches diferentes da pilha;
|
- Deve implementer os protocolos IEEE 802.1D Spanning Tree Protocol (STP), IEEE 802.1w Rapid Spanning Tree Protocol (RSTP) e IEEE 802.1s Multiple Spanning Tree Protocol (MSTP);
|
- Deve implementar espelhamento de porta do tipo one-to-one e many-to-one. Implementando o espelhamento do trafego de entrada e saída do equipamento;
|
- Deve implementar o protocolo IEEE 802.1x para autenticação do usuário, permitindo a associação dinâmica do usuário a determinada VLAN, e a possibilidade de registar usuários Guest e com suporte a EAP;
|
- Deve implementar IEEE 802.1x com suporte a SHSA e MHMA;
|
- Deve implementar gerenciamento via SNMP v3 (Simple Network Management Protocol version 3 – RFC 2570), com implementação de criptografia;
|
- Deve implementar suporte aos seguintes grupos de RMON (Remote Monitoring – RFC 2819): History, Statistics, Alarms e Events;
|
- Deve permitir a utilização de filtros (ACL) em camadas 2 a 4, por endereço MAC de origem e destino,16-bit Ethertype, endereço IP de origem e destino, porta TCP/UDP de origem e destino e deverá ter capacidade de geração de log de ocorrências;
|
- Deve implementar facilidade para limitar o número de endereços MAC que têm acesso a uma interface do Switch e também facilidade que permita determinar estaticamente um endereço MAC a uma interface de forma que este endereço MAC não tenha acesso à outra interface do Switch;
|
- Deve implementar funcionalidade de auto aprendizagem dos endereços MAC que poderá acessar determinadas portas, para evitar que o administrador tenha que configurar endereço por endereço e que possa simplesmente confirmar endereços aprendidos via interface de gerencia. Esta facilidade deverá permitir também a configuração de tempo, em que a porta ficará neste modo.
|
- Deve implementar facilidade para determinação de qual endereço MAC tem permissão para acesso à interface do Switch, permitindo a configuração de no mínimo1 (um) endereço por interface;
|
- Deve implementar facilidade que permita bloquear automaticamente uma interface de acesso que seja caminho para um switch que esteja se elegendo como root-bridge;
|
- Deve implementar suporte à autenticação Radius e TACACS+ permitindo um controle centralizado do equipamento e evitando que usuários não autorizados alterem a configuração do equipamento;
|
- Deve suportar pelo menos 2 (duas) conexões simultâneas através de SSHv2 (Secure Shell);
|
- Deve permitir a classificação e reclassificação de pacotes de dados baseado em Camada 2, Camada 3 e Camada 4, através do endereço MAC de origem, destino e16-bit Ethertype, endereços IP de origem e destino, porta TCP/UDP de origem e destino;
|
- Deve ter suporte em hardware a pelo menos 8 (oito) filas em hadware por interface, para tratamento de QoS no trafego de saída;
|
- Deve ter suporte ao algoritmo “Weighted Round Robin” (WRR) ou similar;
|
- Deve ter implementado o protocolo Network Timing Protocol (NTP- RFC1305) ou SNTP (RFC1361) para a sincronização do relógio com outros dispositivos;
|
- Deve permitir a configuração de todas as características e funcionalidades do equipamento via linha de comando;
|
- Deve implementar a criação de VLANs no padrão IEEE 802.1Q. Deve suportar no mínimo 256 VLANs;
|
- Deve suportar FTP (File Transfer Protocol) ou TFTP (Trivial File Transfer Protocol) para cópia e atualização de arquivos de imagem e de configuração;
|
- Deve possuir múltiplos níveis de privilégio para a configuração via console e Telnet;
|
- Deve implementar os seguintes protocolos de roteamento IP: RIPv1 (Routing Information Protocol version1 – RFC1058), RIPv2 (Routing Information Protocol version 2 – RFC 2543), OSPFv2 (Open Shortest Path First version 2 – RFC 2328), suportando no mínimo 400 (quatrocentas) rotas.
|
- Implementar mecanismo de teste de cabos diretamente conectados ao switch.
|
- Implementar mecanismo de teste de cabos diretamente conectados ao switch.
Serviço de monitoramento 24 x 7
|
Esta manutenção tem por objetivo o fornecimento e restabelecimento dos componentes do sistema de telefonia e info-via, às condições ideais de funcionamento, eliminando defeitos mediante a execução de regulagens, ajustes mecânicos e eletrônicos, bem como substituição de peças, componentes e/ou acessórios que se apresentarem danificados, gastos ou defeituosos em menor tempo possível.
1 |
As manutenções corretivas serão solicitadas pelo CONTRATANTE, sempre que necessárias, por meio de ordem de serviço, a ser transmitida a PROPONENTE por meio de telefone, fax ou outro meio mais conveniente para o CONTRATANTE. Esta prestação de serviços será realizada por 12 meses.
|
Deve ser realizada manutenção preventiva em todos os equipamentos do sistema para um perfeito funcionamento do sistema, de acordo com a tabela1 abaixo, obedecendo às descrições e suas periodicidades.
Serviço de suporte remoto
|
O atendimento para serviço de suporte remoto é definido como início das atividades através do primeiro retorno, sejam via rede e/ou contato telefônico com o cliente pelo centro de monitoramento. O tempo de atendimento para o serviço de suporte remoto será realizado dentro do horário de serviço contratado.
Serviço técnico "on-site"
|
O Serviço Técnico “On−Site” compreende os serviços realizados no cliente. Este serviço inclui o envio de um técnico, quando o diagnóstico ou solução do incidente não for possível remotamente e a CONTRATADA julgar necessário a presença do mesmo.
|
As visitas técnicas serão realizadas quando julgado necessário pela Contratada e serão registradas no Relatório de Assistência Técnica – RAT, com as ocorrências e irregularidades verificadas, data, assinatura e nome legível do responsável.
|
Deverá ser disponibiliza no mínimo1 (um) automóvel fornecido pela PROPONENTE para o deslocamento caso necessário até o local do incidente.
Reparo e substituição de hardware no período de garantia
1 |
A PROPONENTE deverá dispor de pelo menos 03 (três) kit´s completos de hardware para substituição imediata quando solicitado pela contratante.
|
Os equipamentos que apresentarem defeito serão retirados e enviados para manutenção ou substituição por parte dos fabricantes, após o recebimento do hardware em perfeito funcionamento.
|
A PROPONENTE irá proceder com a instalação do mesmo, onde todos os custos de transporte e demais encargos serão por conta da PROPONENTE.
Manutenção de software no período da garantia
|
Deverão ser fornecidas correções na forma de Versões de Manutenção de Software, correções temporárias e/ou soluções provisórias, recomendadas pelo fabricante e com o intuito de corrigir eventuais problemas decorrentes da utilização, sendo estas, sem custos para a contratante.
1 |
Situações em que a PROPONENTE apresente melhorias de software que agreguem valores ao sistema de internet gratuita deverão ser apresentadas a contratante, para que esta possa avaliar e averiguar a aplicação ou não destas melhorias.
|
Na eventualidade que o administrador solicite uma adaptação para um Software/recurso genérico, ou o desenvolvimento de uma nova funcionalidade, deverão ser cobrados encargos adicionais para o desenvolvimento, integração e instalação.
Serviço de atualização de software
|
O contrato de serviços e suporte técnico deverá contemplar atualizações técnicas recomendadas pelo laboratório da contratada, de modo a manter o sistema dentro das melhores condições de utilização. Estas atualizações serão realizadas quando julgado necessário pela fabricante do sistema.
Nível de serviço (SLA-Service Level Agreement)
|
A PROPONENTE deverá dedicar seus melhores esforços para corrigir problemas no Sistema, dentro dos intervalos de tempo de solução, abaixo estabelecidos.
1. Emergência
|
São problemas que geram uma Falha Completa em mais de 70% do sistema ou da região atendida, ou um distúrbio grave, ou distúrbio na funcionalidade resultando em uma redução de capacidade superior a 70% (do sistema inteiro).
2. Alta
|
São problemas que podem vir a afetar a integridade do sistema gerando a paralisação de 40% a 69%, ou distúrbio na funcionalidade resultando em uma redução de capacidade superior a 40% a 69%, (do sistema inteiro).
|
Ocorrem quando as funções não podem ser executadas normalmente ou quando o controle do sistema é severamente impedido.
3. Média
|
A prioridade média indica problemas de menor impacto na capacidade de operação normal do sistema, podem vir a afetar a integridade do sistema gerando a paralisação de até 25% a 39%. São falhas que podem ser resolvidas através de atualizações de software e por contato telefônico.
4. Baixa
|
A prioridade Baixa indica que são falhas inferiores a 25% que não tem impacto significativo e que não deve causar paralisação do sistema e que podem ser resolvidas através de intervenções simples ou por contato telefônico.
Relatórios
|
A PROPONENTE deverá disponibilizar todo o mês relatório com todos os chamados técnicos atendidos, com o tempo de atendimento, solução, chamados em aberto e atendidos, média de tempo para o atendimento.
|
A PROPONENTE deverá oferecer uma proposta de serviços que atenda os requisitos de alta disponibilidade, alta qualidade, confiabilidade e sigilo. Deverá prover serviços com garantia de desempenho, disponibilidade e segurança, medido mensalmente pelo Indicador de Disponibilidade (ID).
|
No cálculo do ID não serão consideradas as interrupções de responsabilidade do administrador e aquelas programadas pela PROPONENTE com a devida permissão da CONTRATANTE.
|
A interrupção programada pela PROPONENTE deverá ser devidamente informada a CONTRATANTE com antecedência mínima de 05 (cinco) dias e aprovada.
|
A PROPONENTE deverá enviar mensalmente, juntamente com a fatura, o Relatório de Disponibilidade Mensal (RDM), informando as indisponibilidades ocorridas no mês da apuração detalhando data e hora da ocorrência e do restabelecimento do serviço, causa de indisponibilidade e tempo total de inoperação, além do percentual de indisponibilidade no mês.
|
A PROPONENTE será penalizada com a quebra do ID mensal de acordo com as seguintes regras:
|
- 7% (sete por cento) sobre o valor da fatura do mês para cada hora excedida quando se tratar de situação de severidade urgente;
|
- 5% (cinco por cento) sobre o valor da fatura do mês para cada hora excedida quando se tratar de situação de severidade alta;
|
- 2% (dois por cento) sobre o valor da fatura do mês para cada hora excedida quando se tratar de situação de severidade média;
|
-1% (um por cento) sobre o valor da fatura do mês para cada hora excedida quando se tratar de situação de severidade baixa;
|
Para o caso de reincidência da quebra do ID mensal, será aplicada a seguinte regra:
|
- No caso de reincidência da quebra do ID mensal, a multa será acrescida de 30%;
|
- No caso de quebra do ID mensal, quando se tratar de severidade urgente e alta, por 6 (seis) vezes, será rescindido o contrato;
|
- No caso de quebra do ID mensal, quando se tratar de severidade média, por10 (dez) vezes, será rescindido o contrato.
Infraestrutura e recursos humanos
|
A PROPONENTE será responsável pelos equipamentos de informática a serem utilizados por seus profissionais e devem possuir todo material de apoio como computador portátil e outros acessórios, que deverão estar previamente com softwares básicos e avançados devidamente instalados.
|
A CONTRATANTE não será responsável pela configuração e manutenção dos equipamentos da PROPONENTE.
1 |
A PROPONENTE deve atender no que tange a serviços decorrentes da presente especificação, alocar recursos humanos especializados e suficientes para gestão destes serviços. Exercer todas as atividades inerentes à direção, coordenação, administração e execução dos serviços e responsabilizar-se pelo planejamento e condução de todos os trabalhos.
|
O fabricante ou responsável pelos equipamentos fornecidos deverão fornecer treinamento técnico operacional para 3 (três) técnicos.
Qualificação dos profissionais:
|
Solução com Implantação de telefonia com tecnologia VoIP para toda a PMF conforme especificação, bem como a manutenção de toda a solução.
Considerações Técnicas:
|
Os técnicos desta função serão escolhidos a critério da PMF em conjunto com a PROPONENTE. A equipe de monitoramento e suporte será composta por 3 (três) Técnicos de Suporte (Atendimento Nível1) com experiência comprovada nos equipamentos fornecidos para a solução, conforme a descrição abaixo:
|
Técnico de Suporte (Atendimento Nível1):
|
No mínimo, formação 2º grau completo, com1 (um) ano de experiência em suporte técnico a solução de telefonia , VoIP, redes e possuir conhecimentos comprovados através de certificados, atestados ou diplomas. Estes técnicos deverão estar aptos a desempenhar as funções especificadas abaixo:
|
Diagnosticar e solucionar problemas de hardware e software dos ativos cobertos pelo contrato com ou sem reposição de peças e/ou componentes;
|
Atendimento e reparo em campo;
|
Ter carteira de habilitação tipo B;
|
Efetuar deslocamento entre os sites da CONTRATANTE para execução de sua competência quando solicitado;
|
Análise de LOGs e ações preventivas e corretivas;
|
Monitorar os objetos e serviços gerenciados nos mapas e ferramenta de gerência;
|
Instalar e configurar objetos da solução de telefonia a serem gerenciados;
1 |
Possuir certificação nos equipamentos da solução de telefonia contratada;
|
Monitorar os objetos e serviços gerenciados nos mapas da ferramenta de gerência;
|
Profundo conhecimento do protocolo SNMP (instalar, configurar e dar manutenção).
---> OBS: Verificar pontos no mapa
